Qual o reajuste dos planos de saúde para 2026?
O reajuste do plano de saúde para 2026 é um tema que pesa no orçamento e gera muitas dúvidas. Para este ano, o cenário indica continuidade de aumentos, com regras diferentes conforme o tipo de contrato. Entender como esses reajustes funcionam ajuda você a se planejar melhor e, se necessário, comparar alternativas com mais clareza.
Ao longo deste artigo, você vai entender o que muda em 2026, quais planos tendem a ter reajustes maiores e como tomar decisões mais conscientes.
Como funcionam os reajustes dos planos de saúde
Os reajustes não são iguais para todos. Eles variam conforme a categoria do plano e também podem ser influenciados pela faixa etária do beneficiário.
Planos individuais e familiares
Nos planos individuais e familiares, o reajuste anual é definido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Esse índice considera:
– Variação das despesas assistenciais;
– Inflação oficial (IPCA).
A aplicação do aumento acontece no mês de aniversário do contrato.
Em 2025, o índice aprovado pela ANS foi de 6,06%. Para 2026, especialistas do setor indicam que não se espera um percentual muito superior a esse, mantendo a tendência de estabilidade observada nos últimos anos.
Se você tem plano individual ou familiar, vale acompanhar o índice da ANS e comparar opções antes do reajuste ser aplicado. A PesQsaúde pode ajudar nesse momento.
Planos coletivos: atenção redobrada
Os planos coletivos, empresariais ou por adesão, não seguem o índice da ANS. Neles, o reajuste é definido pelas operadoras com base em fatores como:
– Sinistralidade (quanto o grupo utiliza o plano);
– Negociações internas.
Na prática, isso pode resultar em aumentos mais elevados, principalmente em contratos com poucos beneficiários, os chamados “coletivos pequenos”.
Quando não há transparência ou justificativa técnica clara, esses reajustes podem ser questionados.
Comparar planos coletivos com critérios claros é essencial. Use a PesQsaúde para entender as diferenças de contratação e avaliar o custo-benefício.
Quem costuma sentir mais os reajustes
Alguns perfis tendem a ser mais impactados:
– Pessoas com uso frequente do plano;
– Beneficiários com doenças crônicas;
– Grupos com maior idade média.
Isso acontece porque o aumento da utilização eleva a sinistralidade, que influencia diretamente os reajustes, especialmente nos planos coletivos.
Leia também: Plano de saúde por adesão, como funciona?
Reajuste por faixa etária também pesa no bolso
Além do reajuste anual, existe o reajuste por mudança de faixa etária, aplicado quando o beneficiário atinge uma nova idade prevista em contrato.
Contratos antigos (1999 a 2003)
– Possuem faixas que vão até 70 anos ou mais;
– O valor da última faixa não pode ultrapassar seis vezes o valor da primeira;
– Quem tem mais de 60 anos e está no plano há mais de 10 anos não pode sofrer esse reajuste.
Contratos a partir de 2004
– Última faixa começa aos 59 anos;
– Também há limite de seis vezes entre a primeira e a última faixa;
– Existem regras que limitam aumentos excessivos nas faixas finais.
Entender o tipo de contrato é essencial antes de aceitar um aumento. Peça ajuda a um de nossos especialistas para você comparar modelos e identificar diferenças importantes.
Como você pode se proteger em 2026
Algumas atitudes fazem diferença:
– Entender o tipo de plano contratado;
– Conferir se o reajuste segue as regras aplicáveis;
– Comparar alternativas antes de aceitar aumentos elevados;
– Avaliar custo-benefício, não apenas preço.
Na PesQsaúde, você compara planos de saúde de forma gratuita e toma decisões com mais informação e segurança.
Mande uma mensagem para um de nossos corretores e tire todas as suas dúvidas.
Bônus
FAQ – Perguntas frequentes
- O reajuste de 2026 já está definido pela ANS?
– Não. O índice para planos individuais e familiares costuma ser divulgado entre maio e junho. - Planos coletivos têm limite de reajuste?
– Não há teto definido pela ANS. Os percentuais dependem da operadora e da sinistralidade do grupo. - Posso questionar um reajuste muito alto?
– Sim, especialmente se não houver justificativa técnica clara ou transparência. - O reajuste por faixa etária é obrigatório?
– Ele pode ser aplicado conforme contrato, mas há limites definidos pela ANS e pelo Estatuto do Idoso. - Vale a pena trocar de plano após um reajuste?
– Depende. Comparar opções ajuda a entender se há alternativas mais adequadas ao seu perfil.
